[podcast] A evolução do RH: de DP para o centro da Estratégia das empresas

A Evolução do RH: de DP para centro da estratégia nas empresas

Nesta edição do podcast Brothers & Founders, trouxemos dois especialistas para falar sobre a evolução do RH nos últimos anos, que têm migrado de departamento pessoal (DP) para nada menos que o centro da estratégia nas organizações. Bom, ou ao menos, é assim que deveria ser, né?

Com seu pensamento estratégico e olhar questionador sobre o mundo corporativo, o convidado especial da vez é Caio Barroso, que é referência em Gestão de Pessoas, Employer Branding, Talent Acquisition e… “memes”! Pois é, Caio é fundador do Lá na Firma, uma comunidade que fala de trabalho de maneira autêntica, explorando bem o meio digital através de lives, memes, notícias e outros.

“O RH precisa se atualizar – e a sua liderança também!”

– Caio Barroso, fundador do Lá na Firma

Também participou deste episódio Jaqueline Padilha (Psicóloga, COO e sócia da talent academy), que trouxe um pouco da sua bagagem de mais de 10 anos na área de RH. É uma área em que Caio também tem boa experiência, já atuou no Banco Itaú e demais projetos, assim como realizou treinamentos fora do Brasil.

“O RH trabalha para pessoas e com pessoas.”

– diz a psicóloga e coo jaque padilha

O bate papo foi sobre a evolução da área de RH que tem hoje um papel transformador e estratégico dentro das empresas. Caio conta um pouco a respeito da transformação do próprio RH, indo do tradicional ao moderno.

A ideia do expert é buscar entender como a transformação digital impactou as pessoas e como o RH deveria atuar a partir disso. Neste artigo, vamos contextualizar um pouco, mas escuta o episódio que tá bom demais!

De onde surgiu o RH?

O desenvolvimento da área de RH se deu no início do século 20, tendo em vista que as relações industriais, grandemente influenciadas pelo impacto da Revolução Industrial e da relação entre empregadores e funcionários, eram muito fortes na época. Tanto é que, na verdade, a área sequer era chamada de Recursos Humanos, e sim de Relações Industriais.

Durante este período, não havia preocupação com a saúde ou o bem-estar do colaborador. Afinal, ele era visto apenas como mão de obra para o setor, como uma extensão da máquina. Mais pra frente, a transformação do RH foi começando a acontecer de fato. Lentamente, mas ainda sim.

Com base na teoria das relações humanas, definido por vezes como um conjunto de “práticas administrativas” cujo objetivo seria melhorar o convívio das pessoas nos diversos grupos sociais de que participam e proporcionando um relacionamento harmonioso entre eles, a área do RH começou a crescer e ganhar mais reconhecimento. 

Evolução do RH

O papel do setor de Recursos Humanos dentro das organizações passou por uma significativa evolução ao longo dos anos. Anteriormente, o RH era visto principalmente como um setor responsável por atividades administrativas, como contratação, folha de pagamento e gestão de benefícios.

No entanto, com o passar do tempo e a transformação do ambiente empresarial, o RH se tornou um parceiro estratégico fundamental para o sucesso das empresas.

1. A era da gestão administrativa do RH

No passado, o RH era, em grande parte, responsável por tarefas operacionais e burocráticas. A gestão de pessoal ou departamento pessoal (DP) era focada principalmente em aspectos legais, cálculo de salários, controle de ponto e cumprimento de obrigações trabalhistas.

Esse modelo de gestão, embora importante, limitava o potencial estratégico do RH e sua contribuição para o crescimento e sucesso da empresa.

2. A transição para o RH estratégico

Com o avanço da tecnologia e a crescente importância das pessoas no ambiente de trabalho, o RH começou a passar por uma transformação significativa.

As empresas perceberam que o capital humano é um dos principais ativos e diferenciais competitivos, e, portanto, o RH precisava se tornar um parceiro estratégico para a organização.

Nessa nova era, o RH começou a adotar uma abordagem mais estratégica, alinhando suas atividades com os objetivos e metas do negócio. Isso incluiu o desenvolvimento de programas de treinamento e desenvolvimento, a implementação de políticas de retenção de talentos e a criação de estratégias para fortalecer a cultura organizacional.

Além disso, o RH passou a utilizar análise de dados para embasar suas decisões e ações, buscando resultados mais efetivos.

3. O RH como parceiro estratégico

Atualmente, o RH tem um papel central na criação e execução da estratégia empresarial. Ele desafia as práticas tradicionais, busca inovação e se posiciona como um agente de mudança dentro das organizações.

Além de cuidar das questões operacionais, o RH atua no desenvolvimento de líderes, no gerenciamento do desempenho e na promoção de um ambiente de trabalho inclusivo e colaborativo.

O RH também se tornou um facilitador da transformação digital, apoiando a adoção de novas tecnologias para melhorar processos, aumentar a eficiência e aprimorar a experiência dos colaboradores.

Assim, essa área desempenha um papel fundamental na atração e retenção de talentos, identificando e desenvolvendo profissionais que contribuam para o crescimento e sucesso da empresa.

Evolução do RH: e na prática?

…Mas na prática, não dá pra generalizar. A evolução do RH não ocorreu da noite pro dia. Ainda estamos caminhando.

Muitos setores de RH, na rotina do dia a dia, se resumem à função de departamento pessoal, que é essencialmente burocrática. Não que essa função não seja importante, claro. O problema é quando apenas ela existe. Admissão e demissão, controle de frequência e de férias, folha de pagamento…

Pois desde então, muita coisa continuou do mesmo jeito: a relação de comando e controle permanecia. O famoso “ponto”, por exemplo, é um sinal claro disso, visando controlar quantas horas as pessoas estão no serviço.

Por isso, é tão importante questionarmos práticas e conceitos tradicionais que simplesmente não funcionam mais no mundo atual.

Décadas depois, a área que passou a ser chamada de RH, com uma abordagem de que é preciso que a área seja muito mais estratégica, hoje tem nomes variados em diferentes organizações. Mas pouco adianta mudar para um nome aparentemente inovador se na prática continua igual, não é mesmo? Então a questão que fica é…

Mas afinal, o RH está sendo estratégico?

Ok, mas em que pé está essa evolução? O RH 5.0 é real na prática? Com sua experiência trabalhando em RH, o especialista Caio Barroso relata que ainda vê dificuldades da área ter este posicionamento de estratégia, entrando na discussão do que é de fato ser estratégico.

Para ele, estratégia no RH tem a ver com seguir trazendo dados e fatos sobre pessoas para você comunicar (claro, sempre de forma ética), além de trazer discussões e embasamento alinhados às áreas de negócio.

Tecnologia e evolução do RH: Qual é o papel do RH?

Atuar com RH também é analisar aquela demanda para compreender se ela está fazendo sentido naquele contexto de pessoas, além de pensar no pilar da organização e ter conhecimento de mercado das subáreas de recrutamento, de seleção, desenvolvimento das equipes, indicadores de desempenho da empresa, qual é a melhor recomendação para o diretor, quais são os dados Qs que comprovam ter determinado plano de ação para algo, entre tantos outros fatores. 

O que o RH precisa fazer de fato é navegar, pois ele tem um potencial de atuação muito forte de influências, de políticas e de comunicação. Pois essa era em que estamos vivendo também demanda uma comunicação muito mais próxima durante o nosso dia a dia. Podemos fazer um paralelo com as redes sociais, por exemplo, que é em grande laboratório social por causar muitas transformações nas nossas vivências.

No caso da produção de conteúdos, quanto mais adquirimos informações, conseguimos entender o que faz mais sentido para nossa busca e quais são as dores do mercado. Logo, o RH precisa ter a lógica da rede social, no que tange a política das reações. As redes sociais evoluem muito conforme o tempo e as reações são uma escala de emoções. Sendo assim, nós tomamos decisões baseadas nas emoções das pessoas.

A junção da psicologia com a tecnologia é algo que o RH precisa cada vez mais desenvolver. E a pergunta que fica é: como garantir que essas vozes internas, pensando no caso dos colaboradores, passem a ser escutadas dentro da organização?

A era digital transpassa como a sociedade está se comportando em termos de comunicação e em termos de reações. Por isso, é importante que a comunicação seja fluida, pensando nas soluções de pessoas com as próprias pessoas.

Conclusão

E nada melhor do que concluir com uma poderosa citação do convidado especialista da vez:

“O caminho da inovação do RH está na autenticidade. Quanto mais a gente falar da vida real corporativa, mais a gente evolui como profissional e como área“.

caio barroso (lá na firma), no podcast brothers & founders

Inspirador, não?

Gostou? Escute o podcast completo!

Quer saber mais sobre…

Como a transformação digital impacta as pessoas e empresas? Como o RH deve atuar nos novos modelos de trabalho? Quais comportamentos, nível de influência e questionamentos essa área tem que ter? E o melhor: entender a importância dos dados para o RH moderno e a sua transformação como facilitador de troca entre a liderança da empresa e seus colaboradores?

Descubra tudo isso e muito mais ouvindo ao episódio na íntegra, basta clicar no player abaixo para conferir no Spotify. Além disso, você pode seguir, acessar e acompanhar todos os episódios do podcast Brothers & Founders na sua plataforma de podcast favorita!

E aí, bora evoluir de vez o RH na sua organização? Não é por nada não, mas tá na hora…

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Com seu pensamento estratégico e olhar questionador sobre o mundo corporativo, o convidado especial da vez é Caio Barroso, que é referência em Gestão de Pessoas, Employer Branding, Talent Acquisition e… “memes”! Pois é, Caio é fundador do Lá na Firma, uma comunidade que fala de trabalho de maneira autêntica, explorando bem o meio digital através de lives, memes, notícias e outros.

“O RH precisa se atualizar – e a sua liderança também!”

– Caio Barroso, fundador do Lá na Firma

Também participou deste episódio Jaqueline Padilha (Psicóloga, COO e sócia da talent academy), que trouxe um pouco da sua bagagem de mais de 10 anos na área de RH. É uma área em que Caio também tem boa experiência, já atuou no Banco Itaú e demais projetos, assim como realizou treinamentos fora do Brasil.

“O RH trabalha para pessoas e com pessoas.”

– diz a psicóloga e coo jaque padilha

O bate papo foi sobre a evolução da área de RH que tem hoje um papel transformador e estratégico dentro das empresas. Caio conta um pouco a respeito da transformação do próprio RH, indo do tradicional ao moderno.

A ideia do expert é buscar entender como a transformação digital impactou as pessoas e como o RH deveria atuar a partir disso. Neste artigo, vamos contextualizar um pouco, mas escuta o episódio que tá bom demais!

De onde surgiu o RH?

O desenvolvimento da área de RH se deu no início do século 20, tendo em vista que as relações industriais, grandemente influenciadas pelo impacto da Revolução Industrial e da relação entre empregadores e funcionários, eram muito fortes na época. Tanto é que, na verdade, a área sequer era chamada de Recursos Humanos, e sim de Relações Industriais.

Durante este período, não havia preocupação com a saúde ou o bem-estar do colaborador. Afinal, ele era visto apenas como mão de obra para o setor, como uma extensão da máquina. Mais pra frente, a transformação do RH foi começando a acontecer de fato. Lentamente, mas ainda sim.

Com base na teoria das relações humanas, definido por vezes como um conjunto de “práticas administrativas” cujo objetivo seria melhorar o convívio das pessoas nos diversos grupos sociais de que participam e proporcionando um relacionamento harmonioso entre eles, a área do RH começou a crescer e ganhar mais reconhecimento. 

Evolução do RH

O papel do setor de Recursos Humanos dentro das organizações passou por uma significativa evolução ao longo dos anos. Anteriormente, o RH era visto principalmente como um setor responsável por atividades administrativas, como contratação, folha de pagamento e gestão de benefícios.

No entanto, com o passar do tempo e a transformação do ambiente empresarial, o RH se tornou um parceiro estratégico fundamental para o sucesso das empresas.

1. A era da gestão administrativa do RH

No passado, o RH era, em grande parte, responsável por tarefas operacionais e burocráticas. A gestão de pessoal ou departamento pessoal (DP) era focada principalmente em aspectos legais, cálculo de salários, controle de ponto e cumprimento de obrigações trabalhistas.

Esse modelo de gestão, embora importante, limitava o potencial estratégico do RH e sua contribuição para o crescimento e sucesso da empresa.

2. A transição para o RH estratégico

Com o avanço da tecnologia e a crescente importância das pessoas no ambiente de trabalho, o RH começou a passar por uma transformação significativa.

As empresas perceberam que o capital humano é um dos principais ativos e diferenciais competitivos, e, portanto, o RH precisava se tornar um parceiro estratégico para a organização.

Nessa nova era, o RH começou a adotar uma abordagem mais estratégica, alinhando suas atividades com os objetivos e metas do negócio. Isso incluiu o desenvolvimento de programas de treinamento e desenvolvimento, a implementação de políticas de retenção de talentos e a criação de estratégias para fortalecer a cultura organizacional.

Além disso, o RH passou a utilizar análise de dados para embasar suas decisões e ações, buscando resultados mais efetivos.

3. O RH como parceiro estratégico

Atualmente, o RH tem um papel central na criação e execução da estratégia empresarial. Ele desafia as práticas tradicionais, busca inovação e se posiciona como um agente de mudança dentro das organizações.

Além de cuidar das questões operacionais, o RH atua no desenvolvimento de líderes, no gerenciamento do desempenho e na promoção de um ambiente de trabalho inclusivo e colaborativo.

O RH também se tornou um facilitador da transformação digital, apoiando a adoção de novas tecnologias para melhorar processos, aumentar a eficiência e aprimorar a experiência dos colaboradores.

Assim, essa área desempenha um papel fundamental na atração e retenção de talentos, identificando e desenvolvendo profissionais que contribuam para o crescimento e sucesso da empresa.

Evolução do RH: e na prática?

…Mas na prática, não dá pra generalizar. A evolução do RH não ocorreu da noite pro dia. Ainda estamos caminhando.

Muitos setores de RH, na rotina do dia a dia, se resumem à função de departamento pessoal, que é essencialmente burocrática. Não que essa função não seja importante, claro. O problema é quando apenas ela existe. Admissão e demissão, controle de frequência e de férias, folha de pagamento…

Pois desde então, muita coisa continuou do mesmo jeito: a relação de comando e controle permanecia. O famoso “ponto”, por exemplo, é um sinal claro disso, visando controlar quantas horas as pessoas estão no serviço.

Por isso, é tão importante questionarmos práticas e conceitos tradicionais que simplesmente não funcionam mais no mundo atual.

Décadas depois, a área que passou a ser chamada de RH, com uma abordagem de que é preciso que a área seja muito mais estratégica, hoje tem nomes variados em diferentes organizações. Mas pouco adianta mudar para um nome aparentemente inovador se na prática continua igual, não é mesmo? Então a questão que fica é…

Mas afinal, o RH está sendo estratégico?

Ok, mas em que pé está essa evolução? O RH 5.0 é real na prática? Com sua experiência trabalhando em RH, o especialista Caio Barroso relata que ainda vê dificuldades da área ter este posicionamento de estratégia, entrando na discussão do que é de fato ser estratégico.

Para ele, estratégia no RH tem a ver com seguir trazendo dados e fatos sobre pessoas para você comunicar (claro, sempre de forma ética), além de trazer discussões e embasamento alinhados às áreas de negócio.

Tecnologia e evolução do RH: Qual é o papel do RH?

Atuar com RH também é analisar aquela demanda para compreender se ela está fazendo sentido naquele contexto de pessoas, além de pensar no pilar da organização e ter conhecimento de mercado das subáreas de recrutamento, de seleção, desenvolvimento das equipes, indicadores de desempenho da empresa, qual é a melhor recomendação para o diretor, quais são os dados Qs que comprovam ter determinado plano de ação para algo, entre tantos outros fatores. 

O que o RH precisa fazer de fato é navegar, pois ele tem um potencial de atuação muito forte de influências, de políticas e de comunicação. Pois essa era em que estamos vivendo também demanda uma comunicação muito mais próxima durante o nosso dia a dia. Podemos fazer um paralelo com as redes sociais, por exemplo, que é em grande laboratório social por causar muitas transformações nas nossas vivências.

No caso da produção de conteúdos, quanto mais adquirimos informações, conseguimos entender o que faz mais sentido para nossa busca e quais são as dores do mercado. Logo, o RH precisa ter a lógica da rede social, no que tange a política das reações. As redes sociais evoluem muito conforme o tempo e as reações são uma escala de emoções. Sendo assim, nós tomamos decisões baseadas nas emoções das pessoas.

A junção da psicologia com a tecnologia é algo que o RH precisa cada vez mais desenvolver. E a pergunta que fica é: como garantir que essas vozes internas, pensando no caso dos colaboradores, passem a ser escutadas dentro da organização?

A era digital transpassa como a sociedade está se comportando em termos de comunicação e em termos de reações. Por isso, é importante que a comunicação seja fluida, pensando nas soluções de pessoas com as próprias pessoas.

Conclusão

E nada melhor do que concluir com uma poderosa citação do convidado especialista da vez:

“O caminho da inovação do RH está na autenticidade. Quanto mais a gente falar da vida real corporativa, mais a gente evolui como profissional e como área“.

caio barroso (lá na firma), no podcast brothers & founders

Inspirador, não?

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Como a transformação digital impacta as pessoas e empresas? Como o RH deve atuar nos novos modelos de trabalho? Quais comportamentos, nível de influência e questionamentos essa área tem que ter? E o melhor: entender a importância dos dados para o RH moderno e a sua transformação como facilitador de troca entre a liderança da empresa e seus colaboradores?

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