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Quando falamos em desenvolvimento dentro das organizações, a tendência é pensarmos em universidades corporativas e agendas robustas de treinamentos para garantir que todos os colaboradores tenham as competências necessárias para realizar suas atividades.

Entretanto, ao unirmos aprendizado e desenvolvimento – ou Learning & Development (L&D) –, mudamos essa ótica para algo similar ao que é estudado na pedagogia: o entendimento de que cada indivíduo é único!

E, por isso, possui necessidades e perfis de aprendizado especiais, o que demanda um olhar individualizado para sua jornada de desenvolvimento. Mas, na prática, o que isso quer dizer?

Bom, vamos voltar um pouquinho no tempo…

Antigamente, a área de Recursos Humanos tinha como uma das frentes de atuação a criação de uma agenda de treinamentos presenciais realizados por todos da organização. Esses treinamentos costumavam durar algumas horas e aconteciam de maneira pontual e padronizada nos chamados “momentos de reciclagem”.

O que as organizações foram percebendo é que esse modelo não era efetivo por algumas razões:

O aprendizado não ocorre de maneira pontual, ele necessita de prática e reflexão sobre essa prática, o que demanda tempo;

Os colaboradores possuem necessidades diferentes de desenvolvimento e, muitas vezes, os treinamentos oferecidos não atendiam ao que eles precisavam, impactando negativamente o seu engajamento;

Cada vez mais as áreas estão sobrecarregadas de atividades e entregas, inviabilizando a realização de treinamentos síncronos, extensos e em horários pré-determinados;

As pessoas aprendem de maneiras diferentes e nem todas assimilam os conteúdos da melhor forma por meio de uma palestra ou aula;

Há uma frustração com as avaliações dos resultados dos treinamentos, uma vez que elas trazem a sensação de que as pessoas não conseguem assimilar ou aplicar o conteúdo trabalhado.

E como este novo olhar para o desenvolvimento do seu time, aliado às tendências do futuro da aprendizagem, podem mitigar ou eliminar essas barreiras?

Compreendendo as necessidades de desenvolvimento de cada colaborador e atrelando-as aos seus objetivos pessoais e profissionais;

Empoderando os colaboradores para serem protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem;

Entendendo o papel da organização como criadora de um ambiente adequado para o aprendizado e não como “dona” das respostas para o desenvolvimento do time;

Disponibilizando recursos e estratégias diversos de aprendizado (como vídeos, textos, podcasts, jogos, documentários, etc.) para atender às diferentes necessidades e perfis de aprendizado dentro do time;

Priorizando a flexibilidade na jornada de aprendizagem, como o uso de conteúdos mais curtos em formatos mais dinâmicos, atividades assíncronas e ferramentas digitais que permitam a incorporação dessas atividades na rotina;

Compreendendo que o processo de aprendizagem leva tempo e que, por isso, é necessário colocar em prática os conteúdos aprendidos antes de fazer uma nova avaliação;

Demonstrando um olhar genuíno para o desenvolvimento, em vez de se preocupar mais com as horas de treinamento cumpridas em detrimento da saúde emocional do seu time, por exemplo.

Bônus – Dicas de leitura:


Quem escreveu: Stephanie Zanini, head de Learning & Development (L&D) da Talent Academy, onde ajuda as pessoas a se desenvolverem utilizando dados, desafios e conteúdos que se conectem aos seus pontos fortes e de desenvolvimento para que sejam mais felizes e realizadas em seus trabalhos.

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